Em sua 3ª edição, a Feira do Livro do Colégio João Paulo Unidade Praia de Belas se destaca como um evento cultural da maior importância para toda a comunidade. A Feira do Livro deste ano traz como temática a multiplicação de histórias: ‘Colégio João Paulo: multiplicando belas histórias’. As histórias fazem parte da nossa vida e, por meio dos livros e da leitura, conhecemos o mundo, ampliamos o conhecimento sobre os povos, vocabulário, aprimoramos a capacidade de interpretação, a imaginação, a criatividade e a comunicação. A Feira do Livro é uma iniciativa que visa estimular a prática da leitura e a multiplicação de novos atores nesse processo. Compartilhar histórias é uma ferramenta social. Contar ou escrever sua história é uma estratégia que contribui no processo do autoconhecimento. Naturalmente, somos contadores de histórias, pois compartilhar vivências aproxima pessoas. As histórias podem vir como forma de presentes e abraços. Somos únicos e temos muito o que aprender com a trajetória do outro, então, porque não contar belas histórias? Durante os dias 29 de junho e 3 de julho tivemos diversas atividades para todos os nossos alunos, como roda de conversa sobre carreira com os estudantes do Ensino Médio, diferentes oficinas para o Ensino Fundamental, práticas para a Educação Infantil e muito mais! ✨ Artistas renomados ✨ – O patrono da Feira, Cadu, expôs seu dom da ilustração para os alunos e conversou sobre seus mais de 10 anos dedicados a escrever e ilustrar; – O artista e quadrinista Alexandre De Nadal esteve na escola ministrando oficinas de quadrinhos para as turmas do 4º , 5º, 7º e 9º Ano. Nadal compartilhou seu processo criativo, apresentou aos estudantes algumas de suas produções e propôs práticas que resultaram em quadrinhos coletivos. – O artista Rodrigo Núñez ministrou a oficina “Cerâmica: uma porta de entrada para o sentir” para o 1º Ano. – Para o 4º Ano, o escritor Pedro Leite (autor do livro ‘Imigração Italiana no Rio Grande do Sul’) contou várias curiosidades sobre a chegada desses imigrantes ao Brasil, como eram suas casas, seus hábitos e a importância da uva para a sua economia e sobrevivência. 🎓 Bate-papo sobre carreiras 🎓 – Reunimos profissionais de diferentes áreas de atuação para bater um papo com os alunos do Ensino Médio sobre carreira. Nosso muito obrigado para a participação de Isabela Ferracini (Psicologia, na foto), Felipe Kirchner (Direito), Paula Tirelli (Publicidade e Propaganda), Anthomy Petermann (Medicina), Henrique Pritsch (Relações Internacionais), Rúbia Godinho (Fisioterapia), Laura Antunes (Psicologia), Tomás Ceitlin (Arquitetura), João Garcia (Engenharia de Software) e Lucas Guanabara (Relações Internacionais, na foto) 🤝 Professores engajados nas oficinas 🤝 – A professora de Música, Carla Kieling, falou sobre a história do Registro Musical para os alunos do 2º, 3º e 4º Ano; – A professora de Matemática, Cíntia Neves, ministrou uma oficina de Tangran para a turma do 4º Ano; – A professora Adriana, de Artes, ministrou a oficina ‘Marcando História’ para o 1º Ano. Que venha o ano que vem para multiplicar ainda mais belas histórias. 💙💚
LEIA MAISAs festas juninas do Colégio João Paulo já são consideradas tradições nos meses de junho e julho! No dia 22 de junho, tivemos a edição da unidade Higienópolis e, no dia 06/07, a unidade Praia de Belas reservou a data para o evento. Nessas datas, reunimos toda a nossa comunidade escolar para momentos de muita alegria, com comidas típicas e brincadeiras! Veja abaixo alguns dos registros repletos de sorrisos, danças e delícias gastronômicas das festas junina e julina das nossas unidades: Higienópolis: Praia de Belas:
LEIA MAISEm alusão ao Dia do Vestibulando, no mês de maio, o Colégio João Paulo – Higienópolis realizou a Semana das Profissões. A atividade teve o objetivo de promover o contato dos estudantes do Ensino Médio com diversos profissionais e acadêmicos, que compartilharam relatos da sua trajetória, falaram do mercado de trabalho e das possibilidades dos cursos de graduação. Recebemos os profissionais Felipe Kirchner, Advogado, Defensor Público e Professor da Escola de Direito da PUCRS, que foi ex-aluno do Colégio João Paulo, Ângelo Bos, Médico Gerontologista, Professor e Pesquisador da Escola de Medicina PUCRS, Carolina dos Santos, Biomédica, Pós-doutora pela USP, Professora e Pesquisadora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e Cícero Porto, Arquiteto e Urbanista, Arquiteto da Prefeitura de Gravataí e Mestre em Arquitetura pela UFRGS. Ao longo da semana, foram realizadas 4 mesas de debate: Mesa da Saúde, com acadêmicos dos cursos de Medicina, Psicologia e Nutrição; Mesa das Ciências Exatas, com os cursos de Ciências da Computação, Engenharia de Software e Engenharia de Produção; Mesa das Humanidades, com acadêmicos dos cursos de Direito, Psicologia e Economia e Mesa de Projetos, com os cursos de Arquitetura, Engenharia Civil e Design Visual. Após a realização dessa atividade, o setor de psicologia escolar fica à disposição dos estudantes para esclarecimento de dúvidas e conversas de orientação e suporte. Em homenagem ao Dia do Vestibulando, a psicóloga escolar, juntamente com a coordenadora pedagógica do Ensino Médio, entregaram uma mensagem de apoio e incentivo aos estudantes da 3ª Série, com uma singela lembrança.
LEIA MAISA Semana Farroupilha se trata de um movimento que celebra a tradição gaúcha. Durante esse período são organizados muitos locais para festejos, iniciativas do comércio, dos serviços públicos, bem como de instituições financeiras e industriais. Dessa maneira, os eventos transcendem o próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho e mobilizam todo o estado. Um feriado que celebra a história A semana remete a Revolução Farroupilha, também conhecida como Guerra dos Farrapos ou Decênio Heroico, que aconteceu entre 1835 e 1845. O conflito eclodiu durante o amanhecer do dia 20 de setembro de 1835, quando Gomes Jardim e Onofre Pires entraram em Porto Alegre pela Ponte da Azenha liderando homens armados. A data e o fato ficaram marcados na história como o início de uma das maiores revoltas brasileiras. O estado possuía um longo histórico de lutas entre portugueses e espanhóis. Dessa forma, quando as disputas terminaram, as lideranças locais esperavam um incentivo ao crescimento econômico do Sul como retribuição às famílias que lutaram para defender o país. No entanto, não foi isso que aconteceu. O governo, além de frustrar essa expectativa, passou a cobrar altas taxas sobre os produtos do Rio Grande do Sul. Dessa maneira, os impostos reforçaram os ideais liberais, federalistas e republicanos que estavam crescendo na região e foi uma das principais causas por trás do movimento revolucionário. A importância das comemorações As comemorações da Semana Farroupilha, até 1994, aconteceram de forma facultativa. Contudo elas ganharam um incentivo a mais a partir do ano de 1995, quando o dia 20 de setembro tornou-se feriado. A oficialização aconteceu a partir do decreto N.36.180 e veio sobre a prerrogativa da importância da data. A celebração movimenta todo o estado. O Acampamento Farroupilha, que acontece novamente de forma presencial em 2022, servirá 400 toneladas de churrasco durante a semana, devido ao fluxo de participantes. No entanto, mais do que movimentar o setor econômico e cultural, as comemorações mexem com o imaginário popular. As tradições buscam preservar as coisas boas do passado, sem entrar em conflito com o progresso, reforçando a identidade e o senso de pertencimento, sobretudo, dos mais jovens. Semana Farroupilha: Colégio João Paulo I participa das comemorações Com tanto significado por trás dessa semana, é claro que o Colégio João Paulo I não ia ficar de fora. Com direito a carreteiro gaúcho, trajes pilchados e muitas atividades culturais, os alunos embarcaram em um verdadeiro passeio pela cultura gaúcha. Protagonizaram até uma roda de conversa sobre a importância da tradição gaúcha do chimarrão.
LEIA MAISOs alunos do Colégio João Paulo I Higienópolis se destacaram no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes PISA). Os resultados colocaram a escola em evidência nacional! O que é o PISA? O PISA é um exame internacional realizado a cada três anos. Ele é elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e tem como objetivo comparar o desempenho e as habilidades dos estudantes a nível global. A avaliação oferece informações sobre o desenvolvimento dos alunos na faixa etária dos 15 anos, pois entende-se que esta é a idade do término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países. No Brasil, o responsável pela viabilização do exame é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Isso inclui representar o país perante a OCDE, coordenar a tradução dos instrumentos de avaliação, a aplicação desses instrumentos nas escolas, a coleta das respostas dos participantes e a codificação dessas respostas. Assim como a análise dos resultados e elaboração do relatório nacional. Qual a importância do PISA? Partindo de três critérios de avaliação: leitura, matemática e ciências, o PISA permite que a escola tenha acesso a estimativas internacionalmente comparáveis. Dessa forma, é possível obter um parâmetro do desenvolvimento das habilidades cognitivas e do envolvimento do aluno com a escola. Além disso, o exame permite manter-se informado sobre as últimas pesquisas em comunicação, bem como estabelecer uma rede global voltada à educação. Assim, os sistemas educacionais de todo o mundo podem rever os seus processos de aprendizagem. O foco, a partir dessa análise, é em uma educação que traga resultados, mas que seja humanizada. PISA: João Paulo traz resultados significativos Confira os resultados do João Paulo I Higienópolis conforme cada categoria do PISA: Leitura: a média do JPHIGI ficou em 558, o que é superior ao resultado nível Brasil, que chegou em 413. Matemática: a pontuação do colégio porto alegrense foi de 532, também superior ao resultado nacional de 384. Ciências: a escola somou 530 pontos, enquanto a média no país foi de 404. Na média da pontuação das três áreas de habilidades cognitivas, o JPHIGI somou um valor maior que a média global, que é de 488 pontos. “Estes números são muito relevantes para nós, temos certeza que isto nos ajudará a preparar os nossos alunos para os próximos desafios que enfrentarão Entendemos que o Pisa contribui para os métodos de avaliação do mundo atual. Sabemos quais são os pontos de melhorias que podem ser tomadas para o método de aprendizagem dos alunos. Teremos, a partir de agora, um olhar atento e sólido para promover os incentivos necessários para todos os alunos, do Ensino Fundamental ao Ensino Médio”, comemora a diretora do Colégio João Paulo I Higienópolis, Fernanda Tondolo Martins.
LEIA MAISAs diversas revoluções tecnológicas pelas quais passamos nos últimos anos fizeram com que seja quase impossível escapar do uso de telas. Além disso, a pandemia, nos aproximou ainda mais desses aparelhos eletrônicos. Durante um longo período de tempo eles foram o nosso contato com o mundo externo. Mas o alarmante nesse caso é que, mesmo com a volta das atividades presenciais, o tempo de uso não tem diminuído. Por isso é necessário pensar práticas que contornam o excesso de telas. Por onde começar? De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), cada faixa etária pode ser exposta ao uso de delas por um tempo diferente: Crianças menores de 2 anos: evitar exposição às telas; Entre 2 e 5 anos: limitar a uma hora por dia, sempre com supervisão; Entre 6 e 10 anos: limitar o tempo de tela a uma ou duas horas por dia, sempre com supervisão; Entre 11 e 18 anos: manter a exposição às telas de duas a três horas por dia, com supervisão. Evitar deixar que os adolescentes virem a noite em jogos e outras atividades do tipo. Dessa forma, seguem algumas dicas para tentar adequar o tempo de tela diário: Dê o exemplo: crianças e adolescentes tendem a reproduzir hábitos da família. Por isso preste atenção ao seu uso de tela e, se necessário, o adeque também. Diálogo: envolva-os no processo. Assim, elas se sentirão mais dispostas a colaborar. Pergunte para eles como vocês podem reduzir o tempo de tela, faça combinados como quantos episódios do desenho eles vão poder assistir, por exemplo. Atividades diferentes: é preciso oferecer atividades diferentes, sobretudo ao ar livre, para que eles não recorram às telas para contornar o tédio. Quais são os riscos do excesso de telas? Uma das maiores preocupações é quanto ao conteúdo. A era dos efeitos que mudam o rosto está causando problemas de auto percepção. As imagens inalcançáveis desencadeiam o que se chama de “auto distorção digital”. Essa condição se caracteriza por uma tentativa constante de atender a padrões de beleza inatingíveis. Os problemas de imagem e autoestima, aliados a conteúdo impróprio e até mesmo ao cyberbullying podem causar adoecimento mental. Além disso, conforme a pesquisa inédita realizada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), estamos passando por uma onda crescente de diagnósticos de miopia em crianças e adolescentes. Segundo a pesquisa, a grande responsável é a exposição excessiva às telas. Esses diagnósticos foram agravados pela pandemia, já que ela aumentou o uso de telas e diminuiu a exposição ao sol. O sol libera neurotransmissores que fazem o olho crescer menos. Dessa forma, se você ficar em média pelo menos duas horas em ambiente externo sua chance de ser míope pode ser reduzida em até 40%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 2050 a miopia atinja metade da população mundial. No entanto, a exposição excessiva de tem tornado crianças menores apáticas à prática de atividades que exijam movimento. Quando estamos diante da tela o cérebro libera uma substância química chamada dopamina, a mesma liberada pelo uso de álcool e drogas. Por isso, experiências majoritariamente ligadas à internet podem prejudicar o desenvolvimento cognitivo. Afetando funções relacionadas ao planejamento e raciocínio, bem como de impulsividade.
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